Antes de qualquer decisão sobre crédito, o primeiro passo é enxergar com clareza para onde vai o seu dinheiro. Anote, por 30 dias, todas as entradas e saídas — inclusive as pequenas. É esse retrato que mostra quanto realmente sobra no fim do mês.
Com o retrato pronto, separe as despesas em três grupos: essenciais (moradia, alimentação, saúde), compromissos já assumidos (parcelas e contas fixas) e variáveis (lazer, compras). A soma dos dois primeiros grupos define o seu piso de gastos.
A capacidade de pagamento é o que sobra depois desse piso, com uma margem de segurança. Uma referência prudente é não comprometer mais do que 30% da renda líquida com parcelas de crédito, considerando também imprevistos.
Só depois disso faz sentido comparar propostas. Olhe sempre o Custo Efetivo Total (CET), o número de parcelas e o valor total pago ao final — não apenas o valor da prestação.
Em uma consultoria, o nosso papel é justamente ajudar nessa leitura: organizar as informações, comparar alternativas das instituições parceiras e explicar cada condição antes de qualquer assinatura. A decisão é sempre sua.
